26 de janeiro de 2006
Bom dia pessoal
Como estão? Eu estou ótima as minhas amigas do MSN estão me chamando dá mais nova grávida do pedaço e é assim que sinto grávida do coração de 5 meses eu acho não sei o tempo certo é tudo muito bom ontem ganhei a primeira roupinha para o bebe um conjuntinho amarelo muito fofo da dinda dela ou dela minha avó começou a fazer sapatinhos de lã minha a fazer roupinhas de lã nossa tudo isso é muito bom mesmo sabe a algum tempo ganhei umas roupas do João Pedro roupinhas que não serviam mais hoje pela manha foi a primeira vez que fui olhar amigas estou me sentindo muito grávida mesmo é tão bom essa sensação depois de tanto tempo nem dá para acreditar em tudo isso parece um sonho estou louca para fazer as compras do bebe já sinto o seu cheirinho nossa é uma maravilha estou muito confiante sei que esse bebe é meu deus está mandando para min através de outra pessoa mais ele é meu não sei explicar mais sei que ele será nosso.
Daqui a pouco tempo nascera o mais novo membro da família estou muito contente com tudo isso vocês nem imaginam obrigada a todas as pessoa que sempre me deram força obrigada pelas orações obrigada por me ajudar a acreditar que um dia daria certo .
Obrigada meu deus por esse momento estou muito feliz . Ontem liguei para a Duda para saber se ela tinha ido ao médico ela me falou que iria hoje e depois me ligaria estou muito anciosa para saber se meu filho estará bem. Logo conto mais beijos
A história de uma Mãe
Havia uma sofredora mulher que velava aflita, à cabeceira do filhinho doente, quando a Morte chegou para buscá-lo. Sem que ela pudesse ensaiar qualquer defesa, a Morte arrebatou o menino da cabana. Desesperada, a mãezinha saiu a gritar para rever o pequenino, mas a Morte veloz desaparecera. Chorando, avançou a infeliz, estrada a fora, quando, em plena noite, encontrou uma mulher que poderia encaminhá-la; esta, todavia, em troca da informação, pediu-lhe para cantar todas as canções com que a pobre embalava o filho. Embora em lágrimas, ela repetiu todas as cantigas com que afagava o pequenino, ao pé do berço. A mulher ensinou-lhe, então, que a Morte se dirigira para certo espinheiro. A pobre mãe alcançou-o, mas o espinheiro, para ajudá-la, exigiu que ela o abraçasse. Sem vacilar, a desditosa mãezinha enlaçou-o, aquecendo-lhe os espinhos que a noite gelara... Quando o seu corpo já se mostrava coberto de chagas, o espinheiro explicou que a Morte seguira no rumo de grande lago. A peregrina, ensanguentada, chegou ao lago, mas o lago fazia coleção de pérolas e, para prestar-lhe o serviço, pediu-lhe os belos olhos. A infortunada viajante arrancou os próprios olhos e lhes deu. O lago, desse modo, transportou, ferida e cega, para o outro lado da terra, onde a Morte costumava guardar as criancinhas. Era um grande cemitério, guardado por monstruosa mulher que, para ensinar-lhe o lugar exato onde a Morte aportaria naquela noite, lhe reclamou a linda cabeleira. Sem qualquer hesitação, ela deixou-se tosar e, logo após, quase irreconhecível, foi colocada em posição de perceber a chegada do pequeno que procurava. Esperou... esperou... Em dado instante, ouviu que a Morte regressava com os meninos que recolhera. Atenta, escutava as vozes diversas, qual se registrasse a presença de um bando de passarinhos, quando, dentre todas, distinguiu o choro de seu próprio filho e, apesar de cega, avançou para ele, gritando, jubilosa: - Meu filhinho!... - Meu filhinho!... - E agarrou-o nos braços, a beijá-lo, enternecidamente. A própria Morte, emocionada, perguntou-lhe então: - Como fizeste para chegar aqui, antes de mim? Ela, chorando e rindo, pôde apenas dizer: - SOU MÃE.

Rabiscado por Elisandra às 12:52 PM
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